Setembro representa, para muitas organizações, o regresso a um ritmo mais intenso. Projetos são retomados, prioridades são revistas e os últimos meses do ano começam a ganhar forma. Este momento de regresso pode ser também uma oportunidade para as empresas refletirem sobre as competências de que as suas equipas necessitam.
Os desafios que uma organização enfrenta não permanecem necessariamente iguais ao longo do tempo. Novos clientes, novos processos, alterações internas ou mudanças no mercado podem exigir conhecimentos diferentes. Por isso, preparar as equipas para um novo ciclo implica também perceber se dispõem das competências necessárias para responder às exigências atuais.
A formação pode desempenhar um papel importante nesse processo. Mais do que uma resposta pontual a uma necessidade específica, pode fazer parte de uma estratégia de desenvolvimento das pessoas e da própria organização. Quando existe uma relação entre os objetivos da empresa e as competências que se pretende desenvolver, a aprendizagem ganha uma aplicação mais concreta.

“Preparar as equipas para um novo ciclo implica também perceber se dispõem das competências necessárias para responder às exigências atuais.”
Este processo começa pela identificação das necessidades. Que competências estão em falta? Que áreas precisam de ser reforçadas? Existem colaboradores a assumir novas responsabilidades? Há equipas que precisam de atualizar conhecimentos? Estas perguntas permitem construir uma visão mais clara sobre onde a formação pode realmente acrescentar valor.
Também é importante reconhecer que diferentes colaboradores podem ter necessidades diferentes. Uma equipa comercial não enfrenta necessariamente os mesmos desafios que uma equipa de gestão, de recursos humanos ou de qualidade. Uma estratégia de formação eficaz deve, por isso, considerar as funções, os objetivos e o contexto específico de cada grupo.
O e-learning oferece às organizações uma possibilidade particularmente interessante: disponibilizar formação sem exigir que todos os colaboradores estejam simultaneamente no mesmo local. A flexibilidade pode facilitar a integração da aprendizagem na atividade profissional e permitir que diferentes pessoas avancem de acordo com a sua disponibilidade.
Mas desenvolver competências não significa apenas preparar os colaboradores para as funções que desempenham atualmente. Significa também criar condições para que possam assumir novas responsabilidades e acompanhar a evolução da organização. Investir na aprendizagem pode contribuir para formar equipas mais preparadas para responder a mudanças e novos desafios.
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Setembro pode, assim, ser um bom momento para transformar o regresso numa oportunidade de renovação. Em vez de simplesmente retomar os planos interrompidos durante o verão, as empresas podem aproveitar este período para questionar se as competências atuais continuam adequadas aos objetivos que pretendem alcançar.
Uma organização que aprende é também uma organização que se prepara melhor para mudar. A aprendizagem contínua permite acumular conhecimento, desenvolver capacidades e criar uma cultura em que a evolução deixa de ser uma reação a problemas e passa a fazer parte da própria forma de trabalhar.
Na FormaçãOnline, as empresas encontram soluções de E-Learning para Empresas que permitem desenvolver competências dos seus colaboradores através de formação online, adaptada às necessidades da organização. Se setembro marca um novo ciclo, pode ser também o momento de preparar as suas equipas para os desafios que vêm a seguir.


